Norteando a inclusão total do deficiente visual para que todos possam ter uma vida plena

Foto: Aluna usando lente para enxergar a lousa

Conheça a Deficiência Visual  

Caracteriza-se a deficiência visual quando, apesar de tratamento médico, cirúrgico, ou uso de óculos, a visão é reduzida ou ausente. Quando a visão é reduzida chamamos de baixa visão, quando não existe visão chamamos de cegueira.

A Organização Mundial de Saúde, CID-10, estabelece uma classificação com diferentes níveis da baixa visão, de acordo com a acuidade visual (capacidade de definir detalhes) e o campo visual (a extensão do espaço visual que está preservada). Esta classificação é útil para fins legais e científicos.

Baixa Visão

Cada pessoa com baixa visão tem a sua maneira própria de perceber visualmente o mundo, em conseqüência, terá habilidades e inabilidades visuais.

Para os casos de baixa visão sempre que a visão remanescente permitir tenta-se aproveitá-la ao máximo utilizando-se de técnicas de ampliação de imagens, de melhora de contraste e de iluminação adequada. As técnicas de ampliação de imagens dizem respeito à ampliação real dos objetos, como textos com as letras ampliadas (muitas vezes maiores que corpo 24) e softwares de ampliação. Além disso, utilizam-se recursos ópticos, ou seja, lentes especiais, como lupas, lentes positivas de alto poder montadas em óculos que ampliam imagens próximas, e telesistemas para ampliação de objetos e imagns que estejam distantes.

Cegueira

Para os casos onde a visão é muito reduzida ou ausente as técnicas são de substituição da visão, como o uso da escrita e leitura em Braille, o uso de bengala aliada às técnicas de orientação e mobilidade, uso de softwares com sintetizador de voz.

Para alguns deficientes visuais com baixa visão é necessário o uso de ambas as técnicas de acordo com a tarefa a ser executada.

Foto: Aluna aprendendo a usar a bengala